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sábado, 19 de setembro de 2009
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Marilac de Castro e Ítalo Batista no Programa Xeque-Mate
A pedagoga cearense Marilac de Castro e Silva e o físico potiguar Ítalo Batista são os entrevistados desta sexta-feira no Xeque Mate. Eles contaram suas experiências como educadores de um programa conjunto do Ministério das Relações Exteriores com o Ministério da Educação no Timor Leste. Os professores relataram suas impressões sobre a realidade timorense desde a área de atuação deles – educação – até sociedade e economia. O potiguar de Olho D’Água dos Borges Ítalo Batista veio para Natal ainda muito cedo para estudar. Morou na Casa do Estudante até ser aprovado na UFRN no curso de Física; a partir desta época passou a morar na Residência Universitária. O físico diz que se inscreveu no programa do Governo Federal por acaso, ao ver o edital no site da UFRN, e só avisou à família que iria para o Timor Leste após ter sido selecionado, mesmo com sua mãe não aprovando sua viagem. Já a cearense Marilac de Castro concorreu à única vaga disponível no Brasil para o cargo de coordenadora do programa em busca de uma nova experiência na educação. Ela já possuía vasta experiência como educadora antes mesmo até de se formar no curso de Pedagogia no Ceará, tendo chegado a ser diretora de escolas no Ceará.
A dupla de professores relatou que antes de chegarem ao Timor Leste tinham a impressão de um “país terrorista”, como disse Ítalo. A impressão foi logo desfeita ao sentirem a receptividade do povo do Timor, apesar da difícil condição de vida no jovem país asiático. Porém, a maior dificuldade segundo os educadores foi com a língua, porque mesmo o português sendo língua oficial poucos são os que falam a língua do país colonizador, sendo que a maioria fala o tetum. A função do projeto de ensino do português tanto para professores como para alunos timorenses, segundo os educadores, é tanto resgatar o português, que foi língua de resistência aos invasores indonésios, como levar tecnologia educacional brasileira para o Timor Leste.
Questionada sobre os interesses políticos e financeiros da presença de alguns países com projetos humanitários no Timor Leste, a pedagoga Marilac afirmou que há sim um interesse financeiro por trás desta presença, em especial sobre o petróleo, chegando a dizer que para o Timor “[...] ter petróleo não está ligado à desenvolvimento." Apesar de afirmarem que o Timor não é tão violento como a maioria pensa, a professora Marilac afirmou que tinha que andar constantemente com um objeto que a identificasse como brasileira, devido a sua aparência ser próxima dos australianos, povo que juntamente com os indonésios não é bem visto pelos timorenses.
Os educadores nordestinos também contaram algumas curiosidades sobre a vida no Timor como a falta de shopping, a dificuldade para comprar comida e assédio dos timorenses sobre homens e mulheres, em especial no caso da filha da pedagoga Marilac. Texto: Paulo Nascimento/Assessoria Fotos: Vinícius de Oliveira/Assessoria Programa Xeque-Mate: há sete anos, a melhor jogada das suas sextas-feiras, às 19 horas, na TVU!
Fotos da Entrevista
terça-feira, 15 de setembro de 2009
PRÓXIMA SEXTA(18/09) às 19h
A partir de amanhã(16/09) o blog - www.programaxequemate.blogspot.com - falará sobre o assunto.
Tentativas de compreender qual ‘educação’ é mais adequada para que nossos filhos tenham sucesso na vida.
Como Pedagoga, é comum que eu seja argüida sobre educação. Muitas pessoas me perguntam sobre como educar os filhos, como escolher uma boa escola, etc. Na maioria das vezes, essas pessoas esperam que eu lhes ofereça uma receita. Algo fácil, de preferência. Uma fórmula mágica que lhes assegure uma “boa educação” aos seus filhos. De antemão, esclareço que a proposta deste texto não é dar respostas, mas fazer perguntas.
O que vem a ser educação? Tentando sintetizar o que estudei no Curso de Pedagogia, a educação é antes de tudo uma ação intencional cujo objetivo é moldar o ser humano de acordo com um modelo valorizado pela sociedade.
Segundo este enunciado, a educação seria um ato de vontade dos pais, para introduzir os referenciais da sociedade moderna (modelo) em filhos “ocos” (moldes).
O que esperamos da escola então? Que ela ‘prepare’ nossos filhos para o futuro. E o que significa isso? Bem, tentarei traduzir o que tenho escutado nestes 26 anos que atuo como educadora. Buscarei, da forma mais transparente possível, apresentar o pensamento de muitos pais, ansiosos com o sucesso futuro de seus filhos.
Geralmente, nós os pais, não costumamos gastar nosso tempo pensando em formas de ajudar nossos filhos a serem felizes no futuro. Numa sociedade capitalista, onde o ter sobrepõe o ser, felicidade se resume a ter dinheiro e bens.
Evidente que estou generalizando. E que fique claro, minha intenção não é julgar os pais. Afinal, a maioria apenas reproduz, inadvertidamente, a lógica do capital, sem refletir, imaginando que está fazendo o melhor para que seus filhos tenham sucesso no futuro.
Contudo, diante de tudo isso eu me pergunto o sentido dessa preocupação dos pais em escolher a melhor escola para seus filhos. Antes de tudo, para fazer uma escolha acertada faz-se necessário refletir sobre que tipo de filho se quer formar.
A melhor escola para uma criança será aquela preocupada em formar o ser, cujo sistema de avaliação não se resuma a uma nota no boletim. No mínimo, essa escola chamará os pais para reuniões periódicas onde prestará relatórios do desempenho das crianças e apontará sugestões que contribuam para o desenvolvimento integral de cada uma enquanto indivíduo.
A escola não é lugar de preparar as crianças para, no futuro, exercerem profissões socialmente valorizadas. Segundo Rousseau, filósofo do século XVIII, a educação deveria ser planejada com a intenção de propiciar felicidade à criança enquanto ela ainda é criança. Afinal, nem todos serão médicos ou advogados (as duas profissões mais procuradas pelos jovens imediatamente após a conclusão do Ensino Médio), mas todos serão, com absoluta certeza, adultos com necessidade de serem felizes.
(*)Pedagoga, Pós-graduada em Psicopedagogia, Especialista no Enfrentamento da Violência Doméstica contra Crianças e Adolescentes, Mestranda em Serviço Social. Atualmente é assessora pedagógica no Departamento de Educação Infantil da Secretaria Municipal de Educação.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Lugar de homem é na cozinha II
Próximo Domingo, dia 20 às 9h na residência do Antenor e Bete, em Cotovelo,
LUGAR DE HOMEM É NA COZINHA II.
Você não acredita? Clique e veja que não estamos mentindo.
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